Quem sou eu

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João Pessoa, Paraíba, Brazil
Uma mãe comum, na emocionante tarefa de educar suas filhas; sou esposa, filha, irmã e amiga. Este blog não se prende a uma temática específica, assim como os interesses da sua dona. Quem sou eu? "Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania. Depende de como e quando você me vê passar".

terça-feira, 15 de maio de 2012

Unhas com letrinhas de jornais

Ainda não testei, mas achei a ideia muito legal. Copiei do Facebook de uma pessoa conhecida e estou trazendo para vocês. É super simples, rápido e fácil de fazer, além de deixar um efeito lindo.




Beijocas da Liloca!

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Luminária de colheres descartáveis

Continuando a série de recicláveis decoráveis, aqui vai uma ideia que achei interessante, mas não sei se usaria.










Gostaram? Peço desculpas por esquecer de onde tirei. Assim, não posso dar os devidos créditos.


Beijocas!

terça-feira, 1 de maio de 2012

Maio das mães

Segunda-feira, dia 09 de abril. O dia anterior foi o domingo de Páscoa. Na TV, campanha publicitária alusiva  ao dia das mães que está por vir. A data é a segunda mais lucrativa para o comércio e, sem dúvidas, merece toda a atenção publicitária por este motivo. E o motivo para esta lucratividade está, tão somente, na relevância de nossas mães para nós mesmos. Todos querem, dentro de suas possibilidades, demonstrar sua afeição, seu respeito,sua admiração àquela que nos remete ao sentimento mais forte que podemos mensurar: o amor doado.

Mas como é o dia das mães para quem não tem uma mãe? Quando criança, costumava me fazer esta pergunta. Imaginava a dor das crianças sem mãe, dos filhos sem este abraço, sem o acolhimento, em um olhar que, em si, guardava todo conhecimento e força necessários para trazer conforto, compreensão e segurança para enfrentar um mundo muitas vezes nada acolhedor.

Aos dezesseis anos deparei-me com meu primeiro dia das mães sem mãe. O pior da minha vida. Minha mãe foi, para mim, aquilo que um filho espera dela: minha heroína, minha amiga, minha confidente, meu porto seguro; nossa relação foi também de pontuar limites entre o "quem sou eu e quem você quer que eu seja". Enfim, uma relação normal, com altos e baixos e com todas as nossas particularidades, relativas à individualidade de cada um. 

Os dias das mães sequentes traziam uma mistura de sentimentos que se apresentavam ao longo do dia, numa montanha-russa ingrata e violenta, devastadora. Até minha filha nascer. E aquela que seria filha torna-se mãe tão prematuramente quanto quando perdeu a sua. 

Minha mãe não se viu avó, mas me presenteava todos os segundos domingos de maio de todos os anos, desde os meus sete. Dizia que eu não era mãe, mas um dia seria e aquele presente era de antecipação.

Minha filha fez nascer em mim todas estas vertentes que uma mulher pode assumir. Foi, antes de aprendiz, minha inspiração. Por ela, quis ser amor, dedicação, parceria, organização, empenho, firmeza, determinação, segurança, fortaleza, renúncia, perfeição.

A segunda filha trouxe todos estes sentimentos à tona novamente, numa renovação que apenas quem já repetiu a dose da maternidade é capaz de compreender. E trouxe consigo a leveza de que não é preciso ser perfeita para ser uma boa mãe, errar é possível, plausível, compreensível e até aceitável. 

Durante todo este mês, trarei para o Pensamentos no Espelho alguns textos (não necessariamente meus) sobre nós, mães. Quem somos, o que queremos, como nos vemos e como o mundo nos vê, sendo alteradas e alterando os padrões comportamentais e estruturais de uma sociedade em eterno movimento, transformação e desafios.  

Quem acompanha o blog, fique atento. Para os que estão chegando, puxem uma cadeira, sentem e sintam-se à vontade para opinar, sugerir, compartilhar ou apenas deixar o tempo passar e os pensamentos fluírem nos espelhos de suas lembranças.

Beijocas da Liloca.







segunda-feira, 23 de abril de 2012

Lindo quarto de papelão

Pobre blog desatualizado, este meu. Sumi sem deixar rastros mas voltei. E vou voltando ainda na temática da reciclagem, só para não perder o embalo do que já estava trazendo pra cá. 


Você já imaginou que pode ficar muito bonitinho decorar o seu quarto usando apenas papelão? Não, não enlouqueci. Achei muito interessante esta ideia e trago a prova do charme:





Depois dessa, ninguém pode mais usar falta de dinheiro para decorar e personalizar um cômodo da casa.


Bom início de semana para todos e beijocas da Liloca.


Imagens: tirei daqui

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Grafitagem ecológica

Quando se fala em grafitar, imaginamos logo muros de cidades, pouca paisagem natural ao redor, cores e cenas fortes retratadas.

As imagens a seguir trazem uma grafitagem muito peculiar. A técnica foi criada pela artista londrina Anna Garforth. No lugar da tinta tradicional, a arista "planta" musgo em vários lugares públicos abandonados








Para plantar essa ideia em concreto e madeira, existe uma receita que é  fácil de preparar. Vamos à receita?
  • Misture 5 punhados de musgo limpo
  •  1 lata de cerveja de qualquer marca
  •  1 colher de chá de açúcar;
  •  1/2 copo de iogurte natural ou 1/2 copo de soro de leite coalhado;
Coloque os ingredientes no liquidificador e bata até ficar cremoso. Transfira a mistura para um recipiente plástico. O próximo passo é desenhar a palavra ou a imagem na superfície que deseja e, com um pincel ou um pulverizador, aplique o Moss Graffiti no local. Lembre-se de regar, diariamente, o musgo com água e fertilizante para gramados.



tirei daqui





Ah, se esta moda pega... 


Beijocas da Liloca!